Prever o tempo e suas variações têm se tornado cada vez mais difícil. Eventos climáticos extremos se tornaram mais frequentes – e seus impactos têm afetado diretamente o fluxo de caixa de empresas, em especial nos setores de energia e do agronegócio. Para atender essa nova necessidade do mercado, as seguradoras trouxeram para o Brasil uma nova modalidade de seguro, o seguro paramétrico de índices climáticos. Ele é voltado para setores da economia que têm receitas e custos de operação diretamente impactados por variações inesperadas no clima, como regime de chuva, vento, excesso de raios, sol e mudanças de temperatura.

O seguro paramétrico chega ao mercado brasileiro com a proposta de diminuir os riscos financeiros de uma companhia, garantindo uma maior previsibilidade ao seu fluxo de caixa. Diferentemente de outros tipos de seguros, o paramétrico não é medido por um evento isolado. É necessário a análise de um índice climático entre um determinado período para conseguir mensurar o risco de uma empresa. Por exemplo, no caso de uma empresa impactada pelo regime de chuvas, o índice pluviométrico em determinado espaço de tempo, aquele crítico para o segurado, seria a referência da apólice.

O seguro paramétrico de índices climáticos já é largamente utilizado em outros países da América Latina, da Europa, da Ásia e da América do Norte. No Brasil, assim como outros tipos de seguro, ele oferece isenção do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e do Imposto de Renda (IR) no caso de pagamento de sinistro – o que ampliar as vantagens financeiras do produto.

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