Em 2016, o Brasil viveu uma epidemia de gripe pelo vírus H1N1 (Influenza A). De acordo com dados do Ministério da Saúde, quase duas mil pessoas morreram em decorrência da doença e mais de dez mil foram infectadas. Embora o vírus seja mais comum nas estações frias do ano, percebeu-se um fenômeno diferente: muitas pessoas adoeceram já no primeiro trimestre. Com o objetivo de minimizar o impacto da doença, as empresas intensificaram as suas campanhas preventivas, na tentativa de assegurar qualidade de vida a seus funcionários.

Ano após anos, cresce o número de empregadores que oferecem esse benefício aos seus colaboradores. E aqueles que ainda não fizeram suas reservas, é hora de começar as negociações com os laboratórios. Idealmente, as campanhas corporativas acontecem em paralelo à mobilização na rede pública (geralmente em abril) e atendem, não somente os funcionários, mas também seus dependentes.

De acordo com estatística da nossa carteira de clientes de saúde, a incidência de gripe entre os funcionários das empresas que promovem campanhas anuais de vacinação é inferior à das demais companhias. Além disso, facilitar o acesso à imunização, tanto para o funcionário como para seus dependentes, garante não apenas a promoção da saúde, mas também promove a responsabilidade social corporativa, reduzindo o clima de tensão causado pela exposição à epidemia. “Adicionalmente a isso, não se pode esquecer que essas iniciativas contribuem para fortalecer a cultura da empresa e a satisfação do público interno””, explica Roberto Bohm, superintendente de benefícios da TRR Securitas.

Pesquisas mostram que a eficácia da vacina contra a gripe é de 90%. Além de não causar efeitos colaterais, a sua aplicação é simples. Seu efeito se inicia duas semanas após a aplicação, tempo necessário para o organismo criar anticorpos. Como o vírus da gripe sofre mutação a cada ano, o recomendável é que as pessoas sejam vacinadas a cada 12 meses.