O cigarro eletrônico poderia até ser considerado um método interessante no processo de tratamento do vício, mas alguns estudos já apontam informações preocupantes quanto a seus efeitos a médio e longo prazo:

– Nitrosaminas, uma família de produtos cancerígenos e partículas metálicas do elemento de aquecimento do dispositivo, foram encontradas no vapor de cigarros eletrônicos, o que constituem uma preocupação;

– Alguns estudos constataram que o vapor também contém radicais livres, substâncias altamente oxidantes que podem danificar o tecido ou o DNA;

– Estudos em ratos confirmaram que a vaporização pode induzir a uma resposta inflamatória nos pulmões.

Mas o cigarro eletrônico faz mal?

Tanto o cigarro comum quanto o cigarro eletrônico induzem o fumante à dependência química, especialmente por causa da nicotina.

É uma ilusão achar que o vício pode ser menor com o cigarro eletrônico e o fumante continua sob o risco de ter problemas graves de saúde.

Abaixo um comparativo entre o cigarro comum e o cigarro eletrônico para explicar melhor a composição de cada um: